sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Maria Rita - Romaria

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016


João Ribeiro Leite Júnior, 51 anos, dono do depósito J. Ribeiro Gás, foi preso em flagrante nesta semana por fraudar lacres e vender botijões com peso 25% menor que o oficial. A revenda funcionava em um posto de combustíveis localizado na Avenida General Carlos Alberto Mendonça, Bairro Jardim São Conrado, em Campo Grande.

Depois de receber denúncia anônima, equipe da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) passou a fazer monitoramento e flagrou funcionários vendendo botijões de gás diretamente nas residências de consumidores.

Em acompanhamento a um veículo Saveiro, utilizado na entrega de mercadoria, investigadores flagraram João Ribeiro em frente a casa de uma cliente, na Vila Carvalho, onde vendia o produto adulterado.
De acordo com os policiais, os botijões de gás que estavam na carroceria do veículo estavam com os lacres visivelmente adulterados. Eles foram cortados com lâmina e recolocados de maneira improvisada, com uso de cola.


Durante a pesagem dos botijões, policiais confirmaram a denúncia de que estavam com peso 25% inferior ao padrão estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que é de 13 quilos de conteúdo líquido.
Já no depósito J. Ribeiro Gás, investigadores apreenderam dois botijões cheios e sem lacres, além de botijões vazios, lacres rompidos, tubos de cola, lâmina de corte e um transferidor, equipamento artesanal usado para passar carga de um vasilhame para o outro.
João Ribeiro foi preso em flagrante e levado para a Decon, onde foi autuado por crime contra as relações de consumo e contra a ordem econômica. Já o depósito de revenda do produto foi interditado.


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Nove pessoas são presas no Andaraí em operação por venda ilegal de gás de cozinha



Nove pessoas foram presas na comunidade do Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (26), durante uma operação na região para reprimir a venda ilegal de gás de cozinha. 
Policiais da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) em conjunto com policiais militares realizaram ação realizaram as prisões em flagrantes por crimes contra a ordem econômica e meio ambiente. 
O delegado Roberto Gomes Nunes, titular da especializada, informou que foram encontrados diversos depósitos irregulares e indivíduos operando o comércio criminoso. As investigações continuam para apurar a participação do tráfico de drogas na venda de gás na região.
Foto: Polícia Civil / Divulgação


sábado, 23 de janeiro de 2016

Preço do gás de cozinha varia de R$ 56 a R$ 74, mostra Procon


Pesquisa feita nesta quinta-feira em Dourados encontrou 11 estabelecimentos vendendo botijão de 13 kg a R$ 65

O preço do gás de cozinha varia 32% em Dourados, a 233 km de Campo Grande. Pesquisa feita nesta quinta-feira pelo Procon em 23 estabelecimentos da cidade encontrou o botijão de 13 kg sendo comercializado de R$ 56 a R$ 74,00.

O mais barato foi encontrado em uma distribuidora da Rua Monte Alegre e o mais caro é comercializado em um estabelecimento da Rua José Luiz da Silva, no Jardim Terra Roxa. De acordo com o Procon, 11 estabelecimentos da cidade vendem do gás de cozinha a R$ 65,00.

O preço médio do botijão encontrado nesta pesquisa foi de R$ 65,69, com pouca diferença do valor encontrado na pesquisa de dezembro, que foi de R$ 65,84. O Procon cita que o preço médio do gás em Campo Grande, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), é de R$ 65,89 e em Ponta Porã é de R$ 53,50.

O Procon informou que os preços pesquisados são para venda à vista, sem taxa de entrega. O órgão orienta o consumidor a só comprar o gás de distribuidora registrada na ANP, com botijão lacrado e com a marca da empresa engarrafadora.

“Desconfie de locais em que os botijões encontram-se empilhados em calçadas, amarrados a postes de rua ou armazenados em locais sem sinalização adequada. Se houver vazamento após a instalação, feche o registro e fale com o fornecedor, ele é obrigado a prestar assistência técnica”, orienta o Procon.


sábado, 26 de dezembro de 2015

domingo, 6 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Agência bancária em São João de Meriti é fechada por falta de licença ambiental


Fiscais da Subsecretaria de Ambiente  de São João de Meriti fecharam,  na tarde desta terça-feira (1 de dezembro), agência do Banco Itaú que funciona na Avenida Presidente Lincoln, 1090, no Jardim Meriti, próximo à prefeitura. De acordo com o subsecretário municipal de Ambiente, Antônio Marcos Barreto, eles estiveram há cerca de um mês notificando os estabelecimentos bancários do município e esta agência do Itaú foi autuada mas não tomou as providências necessárias. Para voltar a funcionar terá que pagar multa no valor de R$ 20 mil e entrar com o pedido de licenciamento na Subsecretaria Municipal de Ambiente. A exigência é ter LMO( Licença Municipal de Operação) conforme a lei municipal 1756/2010. A fiscalização ambiental já autuou todas as agências bancárias do município e nesta quarta-feira (2 de dezembro) outras serão interditadas. Apenas o HSBC entrou com o licenciamento.
De acordo com o secretário é necessário que o regulamento da lei ambiental, como descarte de papel, entre outros procedimentos, seja feito à risca para que os estabelecimentos não agridam o meio ambiente. “O objetivo dessa operação é proteger o cidadão que utiliza esse serviço diariamente com as condicionantes da legislação ambiental. Essas empresas são focadas em economia e deixam de lado a relação sustentável. E nós estamos aqui para que se faça cumprir a lei”, disse o subsecretário municipal de Ambiente, Antônio Marcos Barreto.
Licenciamento ambiental é o procedimento administrativo realizado pelo órgão ambiental competente, que pode ser federal, estadual ou municipal para licenciar a instalação, ampliação, modificação e operação de atividades e empreendimentos que utilizam recursos naturais, ou que sejam potencialmente poluidores ou que possam causar degradação ambiental. O licenciamento é um dos instrumentos de gestão ambiental estabelecido pela lei Federal número 6938, de 31/08/81, também conhecida como Lei da Política Nacional do Meio Ambiente.