segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
“Isso é uma brincadeira, uma afronta a minha inteligência, disse um revendedor nervoso”.
O
auditório do Minaspetro, em Belo Horizonte, foi sede do 1º Encontro de
Revendedores de GLP de Minas Gerais, última quinta-feira, dia 17 de fevereiro.
O evento, realizado pela Associação Brasileira de Entidades de Classe das
Revendas de Gás (Abragás) e o Sindicato do Comércio Varejista Transportador e
Revendedor de GLP do Estado de Minas Gerais (Sirtgas), foi destinado aos
revendedores de gás liquefeito de petróleo (GLP) do Estado e teve como objetivo
levar informações aos empresários sobre as leis que regem o segmento.
O
presidente da Abragas , José Luiz Rocha acentuou a importância do evento e da presença dos
revendedores , embora tenha questionado o número de participantes , mas pediu
para que os presentes se filiassem a
instituição, discurso ,esse que teve o apoio do representante da Fecombustiveis,
o senhor Paulo Miranda.
Falou-se
rapidamente sobre o mapa de controle de movimento mensal (PORTARIA CNP/DIFIS Nº 395, DE 29.10.1982 -
DOU 4.11.1982). Entretanto,
o coordenador geral da ANP em Minas Gerais,
Roberto Jonas Saldys, explicitou que não havia motivos para preocupação com a portaria,
pois embora não tivesse sido revogada a ANP não mais cobrará tal procedimento.
Outro ponto tratado foi à resolução
70/11 ANP, que disciplinar o estacionamento de veículos
transportadores de recipientes transportáveis de GLP cheios, parcialmente
utilizados e vazios, no interior de imóvel onde exista área de armazenamento
para recipientes transportáveis de GLP, a fim de resguardar as condições
mínimas de segurança,
O ponto de grande polêmica do evento ficou por
conta do advogado do Minaspetro, explicou ele: “Embora quase ninguém pague, no
setor de GLP, é obrigatória o pagamento da TCFA (Taxa de Controle e Fiscalização
Ambiental) emitida pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente).
Porém foi a Resolução ANP Nº 26 de 27/05/2015, que visa
regulamentar a comercialização, em áreas urbanas e rurais, e a entrega de
recipientes transportáveis de GLP em domicílios de consumidores, em
estabelecimentos comerciais e industriais, para consumo próprio, e entre
revendedores autorizados pela ANP, por meio de veículos automotores, que
movimento o auditório, o evento teve que ser interrompido algumas vezes, tal
qual era a revolta dos revendedores com a resolução. Foram muitas denúncias de fraude,
em ralação ao adesivo que a ANP exige que seja afixado aos veículos, ao ponto
do representante da agência se comprometer a fazer outra reunião só para tratar
deste assunto. “Isso é uma brincadeira, uma afronta a minha inteligência, disse
um revendedor nervoso”.
Participaram ainda do encontro
o presidente do Minaspetro, Carlos Guimarães Jr. , o presidente da
Fecombustíveis, Paulo Miranda Soares, o coordenador geral da ANP em Minas
Gerais Roberto Jonas Saldys, Warcio Lara Vilela ,(Gerente de Unidade de Negócios da Copagaz),José Antonio
Borges,(IJ Assessoria) Dr Ricardo
Tonieto, (Sindigás),Dr Douglas Geovannini, (Ultragaz) e os presidentes das duas
instituições idealizadoras do evento, José Luiz Rocha, da Abragás e Nelson
Valentim Ziviani, do Sirtgás.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
1° Encontro ABRAGAS de Revendedores de GLP em Belo Horizonte – MG
A Abragas e o
Sirtgas-Sindicato do Comércio Varejista Transportador e Revendedor de GLP do
Estado de Minas Gerais, convida aos Revendedores de GLP, para participarem
do 1° Encontro ABRAGAS de Revendedores de GLP, que ocorrerá em 17 de fevereiro
de 2016 em Belo Horizonte na Sede do Minaspetro.
Temas em pauta:
Resoluções 26/2015, 40/2014, 70/2011 e Portaria CNP/ DIFIS 395/1982 (MCMM)
Data:
17/02/2016
Horário: 9: 00 ás 17:00
Local: Rua Amoroso Costa, 144 – Bairro Santa Lucia – Belo Horizonte – MG
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
João Ribeiro Leite Júnior, 51 anos, dono do depósito J. Ribeiro Gás, foi
preso em flagrante nesta semana por fraudar lacres e vender botijões com peso
25% menor que o oficial. A revenda funcionava em um posto de combustíveis
localizado na Avenida General Carlos Alberto Mendonça, Bairro Jardim São
Conrado, em Campo Grande.
Depois de receber denúncia anônima, equipe da Delegacia Especializada de
Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) passou a fazer
monitoramento e flagrou funcionários vendendo botijões de gás diretamente
nas residências de consumidores.
Em acompanhamento a um veículo Saveiro, utilizado na entrega de
mercadoria, investigadores flagraram João Ribeiro em frente a casa de uma
cliente, na Vila Carvalho, onde vendia o produto adulterado.
De acordo com os policiais, os botijões de gás que estavam na carroceria
do veículo estavam com os lacres visivelmente adulterados. Eles foram cortados
com lâmina e recolocados de maneira improvisada, com uso de cola.
Durante a pesagem dos botijões, policiais confirmaram a denúncia de que
estavam com peso 25% inferior ao padrão estabelecido pela Agência Nacional do
Petróleo (ANP), que é de 13 quilos de conteúdo líquido.
Já no depósito J. Ribeiro Gás, investigadores apreenderam dois botijões
cheios e sem lacres, além de botijões vazios, lacres rompidos, tubos de cola,
lâmina de corte e um transferidor, equipamento artesanal usado para passar
carga de um vasilhame para o outro.
João Ribeiro foi preso em flagrante e levado para a Decon, onde foi
autuado por crime contra as relações de consumo e contra a ordem econômica. Já
o depósito de revenda do produto foi interditado.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Nove pessoas são presas no Andaraí em operação por venda ilegal de gás de cozinha
Nove pessoas foram
presas na comunidade do Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã
desta terça-feira (26), durante uma operação na região para reprimir a
venda ilegal de gás de cozinha.
Policiais da
Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) em conjunto com policiais
militares realizaram ação realizaram as prisões em flagrantes por crimes contra
a ordem econômica e meio ambiente.
O delegado
Roberto Gomes Nunes, titular da especializada, informou que foram encontrados
diversos depósitos irregulares e indivíduos operando o comércio criminoso. As
investigações continuam para apurar a participação do tráfico de drogas na
venda de gás na região.
Foto: Polícia Civil / Divulgação
sábado, 23 de janeiro de 2016
Preço do gás de cozinha varia de R$ 56 a R$ 74, mostra Procon
Pesquisa feita nesta
quinta-feira em Dourados encontrou 11 estabelecimentos vendendo botijão de 13
kg a R$ 65
O
preço do gás de cozinha varia 32% em Dourados, a 233 km de Campo Grande.
Pesquisa feita nesta quinta-feira pelo Procon em 23 estabelecimentos da cidade
encontrou o botijão de 13 kg sendo comercializado de R$ 56 a R$ 74,00.
O
mais barato foi encontrado em uma distribuidora da Rua Monte Alegre e o mais
caro é comercializado em um estabelecimento da Rua José Luiz da Silva, no
Jardim Terra Roxa. De acordo com o Procon, 11 estabelecimentos da cidade vendem
do gás de cozinha a R$ 65,00.
O
preço médio do botijão encontrado nesta pesquisa foi de R$ 65,69, com pouca
diferença do valor encontrado na pesquisa de dezembro, que foi de R$ 65,84. O
Procon cita que o preço médio do gás em Campo Grande, segundo a ANP (Agência
Nacional do Petróleo), é de R$ 65,89 e em Ponta Porã é de R$ 53,50.
O
Procon informou que os preços pesquisados são para venda à vista, sem taxa de
entrega. O órgão orienta o consumidor a só comprar o gás de distribuidora
registrada na ANP, com botijão lacrado e com a marca da empresa engarrafadora.
“Desconfie
de locais em que os botijões encontram-se empilhados em calçadas, amarrados a
postes de rua ou armazenados em locais sem sinalização adequada. Se houver
vazamento após a instalação, feche o registro e fale com o fornecedor, ele é
obrigado a prestar assistência técnica”, orienta o Procon.
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