quarta-feira, 18 de julho de 2018

Preço do botijão de gás deve ser mantido no Grande ABC



Fonte: O Diário do Grande ABC


Mesmo com a expectativa de redução de R$ 0,23 no preço do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) em todo o Estado, o consumidor não deve sentir impactos no preço final do botijão de gás, pelo menos por enquanto. De acordo com a Asmirg-BR (Associação Brasileira dos Revendedores de GLP), os comércios responsáveis pelas vendas diretas ao consumidor ainda não receberam este desconto.
A redução diz respeito a tabela publicada na última semana pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) do Ministério da Fazenda e que integra o ato Cotepe (Comissão Técnica Permanente). A medida visa harmonizar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no território nacional e conta com representantes de todos os Estados. A redução não é a mesma para todo o País, já que em Minas Gerais, por exemplo, o valor foi fixado em R$ 0,49 a mais.
Segundo comentou o presidente da Asmirg-BR, Alexandre José Borjaili, até o fechamento desta edição nenhuma revenda tinha sido informada da redução, mesmo com a publicação do ato na última sexta-feira. “Nos Estados em que houve aumento, isso já foi repassado para os revendedores. O gás de cozinha é uma pauta de interesse nacional, mas seu tratamento está longe de ser como um produto de utilidade pública. É necessária uma fiscalização maior nesta questão. O preço do mercado é livre, mas não é justo neste caso ele nem chegar até o consumidor”, disse.
De acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo), o preço do botijão de gás de 13 quilos já é encontrado por até R$ 85 na região (veja mais na tabela acima), o que representa R$ 5 a mais do que no fim de junho. Conforme reportagem publicada pelo Diário no último mês, o preço máximo do produto chegava a R$ 80 em São Caetano.
O presidente do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Natural Liquefeito), Sergio Bandeira de Mello, destacou que toda a redução, inclusive a do ICMS, deve chegar às empresas, porém sem determinar quando. Ele também destacou que o preço das refinarias não é a única variável que define o valor final do produto repassado ao consumidor, que também pode incluir outros gastos. “É de se esperar que as empresas repassem estes valores com certa rapidez. Mas é importante entender que ele (valor na refinaria) é apenas um dos componentes dos preços e que há outras pressões do mercado que podem ajudar a cair os preços, ou, por vezes, chegam a neutralizar estes efeitos.”
Atualmente, o valor do botijão na região chega a variar em até R$ 30. O preço mais barato é R$ 55, em Mauá – cidade que tem a menor média de preços, em R$ 58,68 –, e o mais caro, R$ 85, em São Caetano – maior preço médio de R$ 77,16 – ou seja, variação de 54,55%. Na semana de 2 a 8 de julho de 2017, o valor máximo encontrado para o gás de cozinha era de R$ 70, também em São Caetano, e o mínimo, de R$ 50, em São Bernardo. Ou seja, no período de um ano o aumento foi de pelo menos R$ 15 ou de 21,43%.


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Clube da Inteligência e Desenvolvimento.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Copagaz realiza doação de computadores para órgão ligado à escola Politécnica da USP

Copagaz realiza doação de computadores para órgão ligado à escola Politécnica da USP: Ação promove o acesso à inclusão digital a jovens de baixa renda que não tem acesso à informática; e ambiental, na medida em que garante que as máquinas serão destinadas de forma correta no

terça-feira, 13 de março de 2018

Brasil deve investir em inovação para ser competitivo


Inovação e tecnologia são fatores essenciais para um país que deseja ser competitivo. A afirmação é do economista e diretor do Columbia Global Center Rio de Janeiro, Thomas Trebat. Em seminário na FIRJAN, ele analisou o ambiente de negócios brasileiro em comparação com as economias mais competitivas do mundo.

Segundo Trebat, desde 2012 o Brasil vem caindo de posições no Ranking de Competitividade do Fórum Econômico Mundial. Antes na 48ª colocação, hoje o país encontra-se em 80º lugar. “Instituições fracas, infraestrutura deficiente, burocracia, saúde e educação primária precárias explicam o resultado do Brasil no ranking”, apontou.
Ainda assim, o economista acredita que as soluções para melhoria desse cenário são alcançáveis se o país investir em uma agenda direcionada à inovação e tecnologia. De acordo com ele, esse fator ganha um valor ainda maior ao se considerar a tendência global da chamada Indústria 4.0. Nesse movimento, tecnologias disruptivas estão criando novas oportunidades e aumentando a produtividade das empresas.
“O Brasil tem um sistema nacional de inovação construído com boas universidades, entidades de pesquisa, forte tendência do empreendedorismo, bancos de fomento e algumas políticas de incentivo. O problema é que a maioria desses fatores não está integrada, há grande burocracia e pouco planejamento de longo prazo”, ponderou Trebat.
“O Brasil tem um sistema nacional de inovação construído com boas universidades, entidades de pesquisa, bancos de fomento e algumas políticas de incentivo. O problema é que a maioria desses fatores não está integrada” | Foto: Vinicius Magalhães

Agenda de reformas

Outro ponto defendido por Trebat são reformas microeconômicas que melhorem o ambiente de negócios, como a tributária, em vista de simplificar o sistema brasileiro. Nesse sentido, o economista-chefe do Sistema FIRJAN, Guilherme Mercês, pontua como os demais países investiram nessa agenda para se reerguerem depois da crise de 2008.
Como exemplo, ele citou o México, que alterou sua legislação trabalhista em 2012. “No Brasil, só conseguimos uma reforma trabalhista no ano passado. Estamos muito atrasados nesse sentido”, afirma. Para ele, é urgente a necessidade das reformas da Previdência e Tributária: “Há mais de 20 anos a FIRJAN defende a realização de reformas no país”.
A palestra “Competitividade das economias latino-americanas: uma perspectiva global e lições para o Brasil” aconteceu em 9 de março. A iniciativa é mais uma ação do Programa Internacional de Educação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).


sábado, 2 de dezembro de 2017

Mulheres unidas no gás de cozinha.

A Paranaense Sandra Ruiz, 42 anos, presidente do Sinegas está entre as mulheres que são dirigentes sindicais, ela já assegura lugar numa galeria de mulheres, onde outrora somente homens transitavam.


Sandra, é figura fácil de ser encontrada nos eventos relacionados ao segmento. Fervorosa, ela luta com unhas e dentes pelas revendas de gás do Paraná. “Ruiz representa o avanço da mulher que agora ocupa o cargo Sindical nos estados, ela tem provado, (embora não precise) pra todos, que as mulheres podem sim e tem competência para guiar os rumos desta bandeira. “Nós que participamos de  toda esta veia sindical e ao mesmo tempo somos mães, esposas, chefes de família estamos muito felizes com esta luta. É a força da mulher pra mudar este mercado. “Parabéns , parabéns mulheres e parabéns Revenda de Gás.”, comenta.


Corajosa, ela tem enfrentado as dificuldades de um mercado de gás, onde a cada minuto se tem uma novidade, devido a nova política de preços da Petrobrás, onde o produto tem aumentado todo mês, e tendo ainda que conviver com uma concorrência, entre os revendedores, que nem  sempre é leal.


O triunfo de Ruiz é também uma vitória pessoal do presidente da Abragás
( Associação Brasileira de Entidades de Classe das Revendas de Gás LP)) José Luiz , já que Ruiz , além de presidente do Sinegas é também diretora  da instituição, que é ligada a Fecombustíveis, com sede no Rio de Janeiro. 






















quinta-feira, 23 de novembro de 2017