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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Copagaz realiza doação de computadores para órgão ligado à escola Politécnica da USP

Copagaz realiza doação de computadores para órgão ligado à escola Politécnica da USP: Ação promove o acesso à inclusão digital a jovens de baixa renda que não tem acesso à informática; e ambiental, na medida em que garante que as máquinas serão destinadas de forma correta no

sábado, 21 de abril de 2018

Entrevista com Sergio Bandeira de Mello - Presidente Sindigas com Sandra...

terça-feira, 13 de março de 2018

Brasil deve investir em inovação para ser competitivo


Inovação e tecnologia são fatores essenciais para um país que deseja ser competitivo. A afirmação é do economista e diretor do Columbia Global Center Rio de Janeiro, Thomas Trebat. Em seminário na FIRJAN, ele analisou o ambiente de negócios brasileiro em comparação com as economias mais competitivas do mundo.

Segundo Trebat, desde 2012 o Brasil vem caindo de posições no Ranking de Competitividade do Fórum Econômico Mundial. Antes na 48ª colocação, hoje o país encontra-se em 80º lugar. “Instituições fracas, infraestrutura deficiente, burocracia, saúde e educação primária precárias explicam o resultado do Brasil no ranking”, apontou.
Ainda assim, o economista acredita que as soluções para melhoria desse cenário são alcançáveis se o país investir em uma agenda direcionada à inovação e tecnologia. De acordo com ele, esse fator ganha um valor ainda maior ao se considerar a tendência global da chamada Indústria 4.0. Nesse movimento, tecnologias disruptivas estão criando novas oportunidades e aumentando a produtividade das empresas.
“O Brasil tem um sistema nacional de inovação construído com boas universidades, entidades de pesquisa, forte tendência do empreendedorismo, bancos de fomento e algumas políticas de incentivo. O problema é que a maioria desses fatores não está integrada, há grande burocracia e pouco planejamento de longo prazo”, ponderou Trebat.
“O Brasil tem um sistema nacional de inovação construído com boas universidades, entidades de pesquisa, bancos de fomento e algumas políticas de incentivo. O problema é que a maioria desses fatores não está integrada” | Foto: Vinicius Magalhães

Agenda de reformas

Outro ponto defendido por Trebat são reformas microeconômicas que melhorem o ambiente de negócios, como a tributária, em vista de simplificar o sistema brasileiro. Nesse sentido, o economista-chefe do Sistema FIRJAN, Guilherme Mercês, pontua como os demais países investiram nessa agenda para se reerguerem depois da crise de 2008.
Como exemplo, ele citou o México, que alterou sua legislação trabalhista em 2012. “No Brasil, só conseguimos uma reforma trabalhista no ano passado. Estamos muito atrasados nesse sentido”, afirma. Para ele, é urgente a necessidade das reformas da Previdência e Tributária: “Há mais de 20 anos a FIRJAN defende a realização de reformas no país”.
A palestra “Competitividade das economias latino-americanas: uma perspectiva global e lições para o Brasil” aconteceu em 9 de março. A iniciativa é mais uma ação do Programa Internacional de Educação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).